Desculpem-me. Mas, não há no mundo alguém insensível a medo. Do mais digno ao mais insano: todo mundo tem um. Há, no entanto, em cada um de nós, um dos sentimentos mais nobres de todos: a coragem.
Coragem, independentemente do que muitos pensam, não é a ausência do medo. E sim o julgamento de que algo é mais importante que o medo.
Foi ela, a coragem, que eu escolhi para exercer em Dois Mil e Catorze.
Viver, me entregar, errar, sorrir, chorar. Com coragem. Sem arrependimento. Sem replays. Só eu e as borboletas. Soltas por aí.
Nenhum comentário:
Postar um comentário